Um novo Judas


                                                                                     28 SETEMBRO 2018

José Luís Judas é, para uma larga faixa da população de Cascais, considerado como um exemplo tenebroso de Presidente da Câmara uma vez que, durante o seu mandato (e até ao termo preciso do mesmo), foi responsável pela construção desenfreada que terá em grande medida descaracterizado Cascais.

Ora, é cada vez mais evidente que Carlos Carreiras vai superar em muito os males do anterior Judas. Com efeito, Cascais tem assistido nos últimos anos a um processo acelerado de construção de edifícios. 

Se se atender às perspectivas demográficas e económicas do País – que, em termos demográficos, prevêem uma diminuição da população nas próximas décadas e, em termos económicos, apontam para a possibilidade de uma crise económica grave num prazo mais ou menos curto – seria de esperar uma grande contenção no licenciamento de novos projectos, em especial em zonas já densamente urbanizadas. 


Mais: a evolução das condições climáticas, a necessidade de preservação e aumento das áreas verdes (para protecção das populações, designadamente face ao aumento da temperatura global) e o (indiscutível) aumento do nível do mar, impõem a qualquer autarca com bom senso um planeamento rigoroso que proteja e previna as consequências desses fenómenos, designadamente na costa, e proteja ao máximo o verde existente.

A par disso, a prevenção que deve estar na base do planeamento urbanístico exige que os autarcas implementem as medidas necessárias à protecção e acolhimento da população em caso de catástrofes (medidas e áreas que Cascais necessita por não ter). 

Acresce que, num território especialmente apto e dedicado ao turismo, o desenvolvimento municipal deveria sempre ser feito para melhoria do mesmo, nomeadamente proporcionando bem-estar, realçando a beleza da paisagem e do património existente e melhorando a qualidade de vida de quem aqui vive e de quem nos visita.


Sucede que, em Cascais, tudo está a ser feito ao contrário: tem-se permitido a destruição/alteração sistemática de edifícios históricos (p.ex., Estoril-Sol, Hotel Atlântico, casa na Av. Valbom, diversos edifícios no Monte Estoril, Hotel Sana Estoril; etc.) que são substituídos por edifícios “modernos”, maiores e que arrasam a imagem que o Estoril e Cascais construíram durante décadas e que constituem um dos seus maiores trunfos; está em vias de ser permitida a construção em terrenos que, por motivos de interesse público, deviam permanecer livres para o caso de catástrofe e ter um uso público e não sujeito à especulação imobiliária (Praça de Touros); atulha-se (ainda mais) a entrada de Cascais e zonas de circulação essenciais na Marginal; permitem-se construções enormes em betão em cima da linha de água, sobre a rocha, na praia e em área do Parque Natural (p.ex., apoio de praia do Guincho, junto ao Muchaxo, e antigo Raio Verde); está “no segredo dos deuses” o que será construído nas Cavalariças de Santos Jorge e na área que as rodeia; expropria-se (em condições ainda não totalmente claras/conhecidas) um terreno para a construção da Nova SBE em cima da praia e da Marginal; apoia-se o aumento cirúrgico do número de pisos na Praça de Touros, no projecto previsto para o Jumbo, na Marina e noutros locais já densamente construídos, através de estranhas e cirúrgicas alterações ao PDM; promove-se a deslocalização de pessoas, por exemplo, nos Bairros Irene e Marechal Carmona; cedem-se terrenos ao desbarato (para construção de sinagoga ou de colégios internacionais) em zonas verdes, de RAN e REN; permite-se a aniquilação do pinhal entre a Quinta da Marinha e Birre; tenta-se a destruição da Areia com construção; e continua a defender-se a eliminação da última mancha verde significativa na principal praia urbana para os cidadãos de Cascais, Oeiras e Lisboa num projecto que, além de pôr em risco a própria praia, a irá “privatizar” (já que o número de lugares de estacionamento disponíveis será muito inferior ao número de veículos que aí costumam estacionar), arrasando, ao mesmo tempo, o comércio tradicional de Carcavelos e da Parede com a construção de centros comerciais e modificando radicalmente a natureza e o carácter dessas localidades.


Ao mesmo tempo, nada está a ser feito para melhoria efectiva das condições de vida das populações locais: a água continua a ser das mais caras; os impostos são dos mais elevados; o saneamento não chega a grande parte do concelho; os fios eléctricos e telefónicos continuam pendurados por todo o lado, a fazer com que Cascais se pareça com uma localidade perdida num qualquer País muito pobre do Terceiro Mundo; as praias continuam sem bandeiras azuis; a ETAR da Guia está a “rebentar pelas costuras”; os sinais de poluição do mar são cada vez mais inegáveis; a qualidade do ar é tão má que a CMC decidiu mudar a localização da estação de registo para um local onde os resultados possam mascarar a realidade; o lixo no Verão acumula-se de forma vergonhosa a ponto de merecer críticas (de resto, justas) de estrangeiros nas redes sociais; os efeitos da impermeabilização do solo na Crismina começam a ser visíveis; a mobilidade em Cascais (apesar das campanhas milionárias) tem piorado a olhos vistos; não há estacionamento que permita o acesso fácil ao comércio dos centros das localidades e ao comboio; as campanhas “verdes” apoiadas pela CMC são desmascaradas como fraudes; etc.


E, entretanto, temos um Presidente da Câmara a defender a ridícula ideia de duas faixas de BUS na auto-estrada como forma de resolver o problema da mobilidade ao mesmo tempo que advoga a construção de mais 2.500 habitações em Carcavelos! Um Presidente da Câmara que em vez de defender a criação de um metro de superfície rápido e não-poluidor em substituição do comboio e a integração de Cascais numa rede de transportes metropolitana vem defender mais autocarros numa A5 já saturada! Um Presidente da Câmara que, em vez de melhorar as condições de vida das populações de todo o concelho, continua a apostar na construção em cima da costa, esquecendo as potencialidades do interior! Um Presidente da Câmara que só se preocupa com o imobiliário e com eventos em vez de criar as condições para a melhoria da qualidade de vida de quem aqui vive permanentemente (e não só uns dias por ano para beneficiar de isenções fiscais)! Um Presidente da Câmara que defende a habitação a milhões de euros mas se esquece das infraestruturas de saneamento e rodoviárias! Um Presidente da Câmara que vai destruir a Quinta dos Ingleses em vez de a dar à população do concelho como legado essencial para um futuro melhor!


O ridículo de uma gestão do território feita “à moda” de Carlos Carreiras levará à destruição total do carácter de Cascais e da sua beleza natural, e à sua transformação num dormitório gigantesco, “de pato-bravos” ou de milionários que depois nem cá moram, sem condições de vida, muito longe dos padrões de sustentabilidade que os países desenvolvidos estão a criar e que as Nações Unidas e até já o Presidente da República consideram imprescindíveis.



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15 comentários:

Anónimo disse...

Excelente artigo que retrata fielmente a liderança paroquial , autocrática, das direitas encostadas .

Anónimo disse...

Artigo que só conta um lado da história... O lado da crítica... Artigo que não realça os contratos assinados previamente, os direitos adquiridos, os problemas estruturais existentes em vários edifícios que tiveram de vir a baixo... Mais do mesmo de quem só quer contar o seu lado ignorando o outro... O outro que custaria milhões é milhões à autarquia de todos nós.

Anónimo disse...

Como será possivel um técnico oficial de contas liderar um concelho com 650 anos de vida ?

Anónimo disse...

Caro Pedro Jordão,

Totalmente de acordo com o exposto.
A retórica de quem não consegue viver em democracia espelha bem um dos comentários ... a culpa e a inércia é dos outros , a (in)competência é de quem lidera actualmente .
Continue o seu bom trabalho com artigos de opinião de verdade e rigor sobre o nosso concelho .

Unknown disse...

excelente e totalmente de acordo

Anónimo disse...

Enquanto munícipe, sem clube partidário, acho esta crítica sem substância. Quase todos os exemplos são discutíveis, e especialmente colar Cascais ao revivalismo decadente é muito pouco interessante.

Se o objectivo é fazer oposição para mim pessoalmente não funcionou.

Anónimo disse...

Este artigo mostra bem porque é que esta candidatura, que de facto podia ter sido uma alternativa ao status quo, teve um resultado catastrófico. A demagogia, a desinformação, o populismo e a irresponsabilidade só chegam a uma pequena franja de desinformados. Comparar a total javardice imobiliária de qualidade abominável que Judas permitiu com as razões conhecidas de quem é minimamente informado, com a requalificação de zonas completamente abandonadas, a maioria construídas é comparar a obra prima do mestre com a prima do mestre de obras.

Depois só por uma enorme desonestidade intelectual se podem fazer petições onde obviamente a maioria dos cascaenses preferiria que todas estas zonas fossem bons jardins, sem se os alertar que isso nunca esteve em cima da mesa, que existem direitos adquiridos, alguns com muitas décadas e que teriam um valor completamente incomportável, só o processo da Quinta dos Ingleses, que a CMC ia obviamente perder, representava uma indemnização superior ao orçamento total da CMC e a possibilidade de o promotor voltar aos índices de construção inicialmente licenciados.

Já sabemos que se o candidato à CMC João Sande e Castro tivesse ganho as eleições passaríamos a viver numa ditadura imobiliária em que qualquer edifício que tivesse mais de 100 anos, com ou sem valor arquitetónico ficaria automaticamente ao abrigo de uma qualquer lei autárquica que impediria os seus proprietários de lhe darem o uso que entendam, e que isso obviamente seria feito sem direito a indemnização. Sabemos também que algumas aberrações arquitetónicas como o hotel Paris ou os barracos das cavalariças do Monte Estoril seriam para "congelar", aliás Cascais seria para manter assim, nada de novo, muito menos de inovador passaria pelo crivo coletivista de uma governação do Também és Cascais, que qualquer promotor imobiliário ou arquiteto, mesmo os melhores dos melhores como os que estão por trás de projetos como o Estoril Sol Residence ou o One Living teriam que se sujeitar ao "gosto" dos candidatos, cuja "qualidade" está bem expressa nos inúmeros posts na página do grupo Também és Cascais do Facebook. Para esta gente seria preferível manter o Estoril Sol, o Jumbo, a Praça de Touros ou a Quinta dos Ingleses, ou mesmo o terreno abandonado onde está agora a NBSE do que aquilo que foi e vai ser feito. Para esta gente o "carácter" de uma terra passa por a manter congelada, pelo pitoresco que implica sempre obviamente o desconforto físico e financeiro de outros. Para esta gente que passa sempre olimpicamente por cima dessa coisa chata que é o vil metal, estes novos empreendimentos de luxo que vêm trazer uma nova capacidade financeira ao município e aos munícipes não interessa nada, só uma visão retrógrada e provinciana do mundo, muitas vezes movida por pura invejas, e, claro, fazer oposição a qualquer custo ao Carreiras. É pena, havia tanto para fazer oposição a este senhor que bem merecia uma oposição a sério, feita com responsabilidade e rigor, e se havia tanto para criticar construtivamente. Infelizmente somos isto e e por isso não temos alternativa ao poucochinho!

Vasco Graça disse...

Caro Pedro Jordão

Em primeiro lugar parabéns pelo artigo e pela coragem de persistir na afirmação da liberdade de expressão e na defesa do bem comum. Outros de quem se aguardaria acrescida intervenção, não sei se por interesses ou cumplicidades, se por receio ou por cansaço, preferem acomodar-se num ensurdecedor silêncio. Não é esse , como se vê, o estar do Pedro Jordão e, mesmo que fosse só por isso, já seria merecedor de toda a consideração.
Claro que, como é norma "superiormente" instituída irão os 'instalados' dizer-lhe que o artigo é criticista e inconsequente ou que é 'bota-abaixismo" sem apresentação de propostas construtivas etc etc Enfim… o discurso costumeiro com que o poder absoluto procura manietar e abafar qualquer capacidade reflexiva cerca dos desmandos que pratica.
Como sabe não concordo com a apreciação que faz do mandato do presidente José Luis Judas. Conheço-o, a ele, como um cidadão que sempre lutou pela liberdade e pela justiça, um homem integro que deu o melhor que pôde por Cascais e que foi vítima de uma inqualificável manobra de assassinato de carácter. Reconheço que nos seus mandatos cometeu alguns erros, deixou-se culpabilizar por situações que em nada eram da sua responsabilidade e, sobretudo, teve em seu redor demasiados que dele se quiseram (ou conseguiram) aproveitar os quais logo foram dos primeiros a 'tirar-lhe o tapete'. Todavia o balanço que faço dos seus dois mandatos à frente da Câmara é muito positivo e em nada comparável com os anos que Carlos Carreiras leva na direção, direta e indireta, do Município.
Mas sobre isso procurarei sistematizar publicamente algumas opiniões e dados objetivos que terei muito gosto em dialogar com o Pedro Jordão. Felizmente, não temos que estar de acordo em tudo para concordarmos e convergirmos na intervenção sobre o essencial.

E o essencial é denunciar e pôr termo à política autárquica desastrosa (mas vistosa) que vem sendo prosseguida pela atual maioria absoluta e que ameaça destruir irrecuperavelmente a possível e desejável qualidade de vida neste território. O essencial é construir, participada e abrangentemente, uma alternativa que devolva a esperança aos cascalenses e possibilite um futuro melhor para Cascais. Foi isso que o Pedro Jordão, muito certeiramente, evidenciou

Anónimo disse...

Estranho de facto não ter "clube " partidário.
Com todo o respeito pelas ideias contidas neste último comentário, penso que não conhece Cascais , o seu vasto território, a sua dura realidade, a edificação de betão a bel prazer sem sustantabilidade, assim como as assimetrias no concelho tendo por limite a autoestrada A5 ( norte/sul da mesma ) .
Os sucessivos escandalos desta liderança, as visitas da PJ aos Paços do concelho, as manifestações dos municipes, a recolha de assinaturas on-line para petições levando assuntos não resolvidos pelo governo local à Assembleia da República, o aliciamento com cargos " fantasmas" e mordomias a independentes da lista do PS , a demissão de Gabriel Canavilhas invocando que as Assembleias Municipais parecem o faraoeste, a falta de respeito com os eleitos pela oposição, inédito no Paìs a detenção de um deputado municipal numa obra ilegal da Câmara Municipal de Cascais, quando falava com os seus eleitores, a imposição , a falta de dialogo com os municipes, os sucessivos atropelos ao Codigo Processo Administrativo, a falta de ética e de conduta ... tudo isto parece uma novela sul americana, infelizmente sustentada em factos e nada digna de um concelho com 650 anos de história , onde todos os dias surge um lamaçal de acontecimentos que, em nada dignificam o bom nome de Cascais, e a todos quantos residem neste bela região à beira mar.

A BEM DE CASCAIS

Anónimo disse...

Claro que estranha que eu não tenha clube partidário e o seu comentário é auto explicativo. Quanto ao concelho conheço bem, tal como à bandidagem do PS e do PSD que o tem desgovernado há muitas décadas, aliás patente no vergonhoso comentário do representante do PS acima. Sou nascido e criado em Cascais há quase 6 décadas, criei empresas, emprego, família, filhos e irei criar aqui os meus netos, e garanto-lhe que tenho por esta terra um amor muito maior do que qualquer um aqui, exactamente porque esse amor não é turvado por palas partidárias, por interesses pessoais e por agendas obscuras.Podia discorrer sobre o que escreveu, sobre a pulhitiqueice, parece-me que o seu único interesse, mas não o vou fazer porque seria tempo perdido uma vez que obviamente escrevendo o que escreveu é porque não percebeu o que eu escrevi e aprendi que com gente doutrinada não se discute de forma racional.

A BEM DE CASCAIS? DUVIDO!

Anónimo disse...

Caro Pedro Jordão,

Excelente texto que retrata com exactidão factos que são estes e não outros , da nossa realidade em Cascais, sob o designio de uma ideologia neoliberal .

Aplaudo o seu direito de exercicio de cidadania e de muitos outros, substanciados numa liberdade de expressão, em função da defesa e do interesse público , denunciando e colocando questões de forma assertiva , numa suposta democracia em Cascais , perspectivando o presente e futuro .
Não somos leigos sobre o tema politica, é preciso conhecê-la para discernir a verdade da mentira , e sobretudo o certo do errado .
Os cascalenses estão desligados e desinteressados da politica, porque, o que o sistema nos propõe é muito pobre . Chamam-nos a votar a cada três, quatro, ou cinco anos para validar ou não uma opção politica, dai que uma dessincronização entre um sistema politico com propostas muito pobres de participação e uma cidadania que , cada vez mais está acostumada a participar no resto dos espaços que se criam através da Internet/ redes sociais por exemplo , porque baixam o custo de participação politica, e permitem-nos construir uma narrativa que não é a que nos impõe o poder ou os meios de comunicação .
Somos cidadãos do seculo XXI, a trabalhar com instrumentos politicos do século XIX .
Para finalizar, e não perdendo tempo com aqueles que supostamente afirmam sem clube partidário,e que apresentam visão redutora daquilo que os outros produzem como alternativa ao poder autocrática, citando Platão ( c.428-347 A.C.) : " o preço a pagar pela tua não participação é seres governado por por quem é inferior " .

A BEM DE CASCAIS


Paulo Silva disse...

Um artigo de opinião que suscitou uma grande diversidade de comentários, uns favoráveis, outros desfavoráveis.
Tudo se resume a uma manifestação de interesses que espelha a clivagem de rotura entre os poderes instalados e os muitos cujas vozes apenas inspiram afectos inconsequentes do Presidente da República.
Os cinismo dos factos determinam que as auto-promovidas elites se arrogam sempre do privilégio de decidir pelos pobres indigentes que constituem a maioria da população, mas que não têm mais direitos do que idolatrar o génio de poucos...

Vasco Graça disse...

Um pequeno esclarecimento ao "Anónimo" que diz não ter "clube partidário" apenas para o informar que tem todo o direito de considerar que escrevi acima «um vergonhoso comentário» (é a sua opinião) mas que está enganado quando acrescenta que sou «representante do PS».
Falo apenas em meu nome porque não tenho qualquer função ou representação do PS. Nesse campo assumo serenamente a total ostracização que me impuseram.
Nunca me inibi de considerar positiva a ação de José Luís Judas nem de afirmá-lo publicamente.Assim assim como nunca me inibi de criticar o que entendi ou entendo errado seja quem fôr o presidente da Câmara.
Como seguramente não gosta mais de Cascais do que eu continuarei a batalhar por um futuro melhor para este concelho que muitas condições para ser magnífico.
Por isso dei e revovo os parabéns ao Pedro Jordão pelo artigo que publicou.

Anónimo disse...

Claro que é e foi um representante do PS, razão única para ter de um vigarista do qual se sabe o que se sabe e que deu cabo do concelho, a opinião que tem. Se lhe tiraram o tapete, se tem ou não cargos é irrelevante, vê-se pelo que aqui escreve como se posiciona e obviamente que não tem, nem de perto nem de longe, o amor que eu tenho pelo menu concelho, o meu é desinteressado, o seu é baseado em interesses partidários e bem sabemos como muitas vezes são obscuros. Falam deste presidente mas são iguais, aliás até foram piores quando tiveram a presidência da CMC, já para não falar no inenarrável Cordeiro e, desses sim, atentados arquitetónicos que levou a cabo, nomeadamente numa zona que devia ser protegida como o a Ribeira da Naus. O que eu gostava era de ver alguém apresentar alternativas, propostas com os pés no chão, me vez da usual pulhitiquice, porque essa pulihitiquice só nos vai é condenar a preferir o mau conhecido e a manter esta seita que nos governa no poder, em Cascais como no país!

luis disse...

Completamente de acordo!

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