“O jornalismo está muito estranho”, diz Carlos Cruz em entrevista a Cascais24

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                       20 novembro 2018
Carlos Cruz, também conhecido como o “Sr. Televisão”, está a residir em Manique de Baixo, na freguesia de Alcabideche, Cascais. A idade, 76 anos, e o tempo passado em reclusão por crimes que, garante, nunca ter cometido, não lhe turvam o discernimento.
Em entrevista ao Cascais24, o homem que marcou toda uma geração televisiva, que conquistou a organização do Euro2004 para o nosso País e que eternizou na memória de todos programas de entretenimento, como "Zip Zip", apresentado também pelos saudosos Raul Solnado e Fialho Gouveia e que constituiu um importante marco na história de televisão em Portugal e, um dos seus maiores sucessos, “1, 2, 3”, fala da sua vida actual, dos projectos que ainda tem e lança duras críticas à forma como se faz jornalismo nos dias que correm.
Pelo meio, Carlos Cruz confessa que o seu refúgio tem sido a sua casa e que a sua força assenta no apoio da família e dos amigos.


Sobre o processo “Casa Pia”, não tem dúvidas de que se tratou de um dos maiores erros da história da justiça portuguesa e, com base na decisão do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que veio dizer que o apresentador foi condenado sem ter direito à sua total defesa (houve provas apresentadas por Carlos Cruz que não foram apreciadas em Portugal), está a preparar um pedido de reabertura do processo. Espera voltar a ser julgado e, finalmente, ilibado de todos os crimes que lhe foram imputados.

Aqui fica a entrevista, para ver, ouvir e, quem sabe, reflectir... 


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2 comentários:

André Duarte disse...

Ao Sr. Carlos Cruz,

Aqui fica uma mensagem de força, para que nunca desista de provar a sua inocência.

Faço fé que seja inocente, mas quero muito que seja comprovada na justiça, pois também tenho de fazer fé na justiça.

Por ele, mas sobretudo por todos nós.

Por uma justiça digna, um Portugal digno.

cumprimentos

Manso Preto disse...

O meu nome é Manso Preto, sou jornalista e é nessa qualidade, mas também como cidadão, que dou a cara. E dou-a porque não só porque repudio o modo como nasceu o Proc. Casa Pia e se transformou numa 'fake news', numa pantominice judicial. Mas também porque ACREDITO na inocência do Sr. Carlos Cruz que não conheço pessoalmente, nunca falei com ele e por isso estou à vontade.
Como director do jornal Minho Digital, embora correndo riscos que assumo, mas porque me indigna esta forma de assassinato que foi feita e que jamais será reparada, quero dizer ao Sr. Carlos Cruz que, se o entender, é com muito gosto que lhe digo que tem à sua disposição uma coluna de opinião com a sua foto e nome para escrever o que bem entender e, porque não me movem fins comerciais, de modo algum proponho qualquer condição e muito menos que escreva sobre o turvo processo judicial.
Manso Preto
(jornalista e cidadão nº 3302945 8 ZZ2

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